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	<title>Nerdson não vai à escola &#187; Default</title>
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	<description>Bem-vindos ao mundo da programação, da cultura digital e da diversão!</description>
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		<title>Oxente!</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Aug 2010 20:49:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlisson Bezerra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apesar de nunca ter usado Rails e sequer ter estudado Ruby direito, participei do 2º Oxente Rails, que aconteceu aqui mesmo em Natal. Obviamente, não fui para aprender Rails, e sim para fazer um &#8220;social&#8221; e ver as palestras menos técnicas. E como valeu a pena. As quatro melhores palestras na minha opinião foram a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="E eu ainda não aprendi Rails." src="http://nerdson.com/images/nerdson2/nerdson224.png" alt="" width="600" height="510" /></p>
<p>Apesar de nunca ter usado Rails e sequer ter estudado Ruby direito, participei do 2º <a href="http://oxenterails.com/">Oxente Rails</a>, que aconteceu aqui mesmo em Natal. Obviamente, não fui para aprender Rails, e sim para fazer um &#8220;social&#8221; e ver as palestras menos técnicas. E como valeu a pena.</p>
<p>As quatro melhores palestras na minha opinião foram a do <a href="http://akitaonrails.com/">Akita</a>, que fez uma bela introdução ao mundo Rails, a do <a href="http://www.nomedojogo.com/">Carlos Brando</a>, sobre a carreira de desenvolvimento de software (ponto extra pelo vídeo do Clube da Luta), a do <a href="http://henriquebastos.net/">Henrique Bastos</a>, sobre comunidades e a do <a href="http://improveit.com.br/empresa/vinicius">Vinícius Teles</a>, fechando o evento com a palestra &#8220;Fuja da Escravidão, antes que ela te alcance&#8221;. Esses <a href="http://gallery.me.com/akitaonrails#100201/P8080082">caras são bons</a>.</p>
<p>Como bons eventos não servem apenas para apresentação de palestras, várias atividades paralelas aconteceram, como os <a href="http://codingdojo.org/cgi-bin/wiki.pl?WhatIsCodingDojo">dojos</a>, sessões de vídeo-game, XP game, e o clássico <a href="http://horaextra.org/">#horaextra</a>, após o evento. Durante essas atividades a caravana do Piauí criou a <a href="http://fucas.heroku.com/">Fuças</a>, a primeira revista de fofocas nerds, com nome sugerido pelo Henrique Bastos, e a imagem de capa de estréia já foi <a href="http://www.flickr.com/photos/cleitonfco/4869289485/">consequência de um hora-extra</a>, vejam vocês.</p>
<p>Resumindo, foi um excelente evento. Estou orgulhoso dos meus amigos organizadores, e nós do PSL-RN ficamos com a difícil missão de deixar o <a href="http://rn.softwarelivre.org/ensl4/">IV Encontro Nordestino de Software Livre</a> tão divertido quanto o Oxente.</p>
<p>Fiquem agora com o Forró do Elomar, de autoria do <a href="http://twitter.com/danicuki">Daniel Cukier</a>, e até o próximo Oxente Rails!</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/uhFXtA2ngeo?fs=1&amp;hl=en_US" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/uhFXtA2ngeo?fs=1&amp;hl=en_US" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=uhFXtA2ngeo">http://www.youtube.com/watch?v=uhFXtA2ngeo</a></p>
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		<title>Labs</title>
		<link>http://nerdson.com/blog/labs/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 02:14:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlisson Bezerra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos confins quase inexplorados da borda menos acessada deste site existe uma página onde eu jogo todos os experimentos científicos feitos nas famigeradas horas vagas, o Nerdson Labs. Enquanto não concluo a continuação do Guia do Programador das Galáxias (por falar nisso, que erro de cálculo medonho, né? Quem mandou ser um perfeccionista megalomaníaco?) fiquem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos confins quase inexplorados da borda menos acessada deste site existe uma página onde eu jogo todos os experimentos científicos feitos nas famigeradas horas vagas, o <a href="http://nerdson.com/labs/">Nerdson Labs</a>. Enquanto não concluo a continuação do Guia do Programador das Galáxias (por falar nisso, que erro de cálculo medonho, né? Quem mandou ser um perfeccionista megalomaníaco?) fiquem com as atualizações recentes:</p>
<p><strong>Novo tutorial</strong><br />
Você sempre quis saber como se faz aquele efeito de área de movimento em jogos de RPG/estratégia baseados em turnos? Eis uma explicação, com exemplo interativo no final:</p>
<p><a href="http://nerdson.com/labs/docs/tactics-move/"><img class="alignnone" title="RPG Tactics" src="http://nerdson.com/images/posts/2010/tactics-move.png" alt="" width="600" height="165" /></a></p>
<p>Deixem comentários sobre o tutorial aqui mesmo no post.</p>
<p><strong>Ateliê Livre</strong><br />
Arte criada para o stand do Ateliê Livre no FISL 11, disponível para download na <a href="http://nerdson.com/labs/imagens/">galeria de imagens</a>:<br />
<a href="http://nerdson.com/labs/imagens/"><img class="alignnone" title="Ateliê Livre" src="http://nerdson.com/images/posts/2010/atelie.png" alt="" width="600" height="221" /></a></p>
<p><strong>IV Encontro Nordestino/Potiguar de Software Livre</strong><br />
A arte do evento que será realizado em novembro, &#8220;Cantiga de GNU bumbá&#8221;:</p>
<p><img class="alignnone" title="GNU-bumbá" src="http://nerdson.com/images/posts/2010/gnu-bumba.png" alt="" width="600" height="225" /></p>
<p>Até a próxima, e se gostou do conteúdo, que tal fazer uma <a href="http://nerdson.com/blog/apoio">doação</a>? ; )</p>
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		<title>Sobre férias, hobbits e picolés</title>
		<link>http://nerdson.com/blog/sobre-ferias-hobbits-e-picoles/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 03:23:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlisson Bezerra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em janeiro de 2010 decidi ficar o mês inteiro 110% offline e fugir para as montanhas (na verdade, para uma cidadezinha serrana do interior do RN onde meus avôs moram, chamada Lagoa Nova. As noites lagoa-novenses são tão geladas quanto os dias ensolarados de Porto Alegre no inverno). Meu plano era voltar aos tempos em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em janeiro de 2010 decidi ficar o mês inteiro 110% offline e fugir para as montanhas (na verdade, para uma cidadezinha serrana do interior do RN onde meus avôs moram, chamada <a href="http://www.panoramio.com/photo/2235938">Lagoa Nova</a>. As noites lagoa-novenses são tão geladas quanto os dias ensolarados de Porto Alegre no inverno). Meu plano era voltar aos tempos em que passava as férias escolares lá, sem Internet ou computador, e tentar amenizar o vício.<span id="more-389"></span></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 356px"><img class=" " title="Bibliotecazinha" src="http://nerdson.com/images/posts/2010/livros.jpg" alt="TO-READ, someday." width="346" height="291" /><p class="wp-caption-text">To-read-someday</p></div>
<p>A princípio pensei em levar apenas alguns livros que estavam na lista &#8220;TO-READ&#8221;  há mais de dois anos, como por exemplo, O Hobbit, mas não resisti: acabei levando o notebook, afinal, poderia escrever roteiros e desenhar vários quadrinhos para publicar quando voltasse à capital, coisa que não fiz porque às vezes dependo da Internet para pesquisar eventuais referências. Ainda assim era um bom plano.</p>
<p>Porém, os tempos mudaram e a cidade foi tomada pelo progresso, cresceu, sua população aumentou, e consequentemente, tornou-se uma cidade barulhenta e perdeu o agradável ar bucólico. Durante todo o dia a paz é perturbada por carros de som anunciando promoções do supermercado, que ironicamente, é do meu tio, além do barulho dos veículos na rua e as lojas vizinhas que acham uma estratégia de marketing genial colocar uma caixinha de som na entrada repetindo a mesma propaganda durante todo o expediente. Acho que vendedores devem faturar um adicional pela condição de insalubridade.</p>
<p>O pior de todos os problemas, entretanto, é a garotada Malhação Web 2.0 que curte um forró moderno, estiloso, e faz questão que todo mundo na cidade escute, desfilando boçalmente pelas avenidas principais em seus carros. Essa espécie é particularmente interessante. A vestimenta é característica: boné transado com aba pra frente, calça jeans, camiseta da moda e o acessório-chave, as havaianas brancas. O comportamento padrão consiste em estacionar a Hilux do papai rico devidamente equipada com poderosas caixas de som na esquina mais movimentada da cidade, seu habitat comum. Para acentuar ainda mais a paupequenice, deixam o capô do motor aberto, <span style="text-decoration: line-through;">por motivos que desconheço</span> (<strong>update</strong>: para ligar o carro a uma tomada e evitar o uso da bateria). Em dias festivos, pode-se ver uma exposição de capôs abertos e motores à mostra, o que podemos considerar como um bizarro ritual de acasalamento. O motor mais potente (ou o som mais alto) fica com a fêmea. Não raro torna-se necessária a intervenção policial para baixar o volume filhodaputamente alto dos possantes, em uma absurda disputa pelo prêmio <em>Décibel de ouro</em>.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 409px"><img title="Lagoa Nova" src="http://nerdson.com/images/posts/2010/ln.jpg" alt="Pracinha ou namoródromo" width="399" height="300" /><p class="wp-caption-text">Pracinha da igreja, vulgo namoródromo</p></div>
<p>Quando eu era criança e passava as férias lá, as coisas eram menos estressantes, os jovens respeitavam os adultos, blá blá blá estou ficando velho blá blá blá, e aprendi muito. Cada família transmite aos filhos e netos valores que moldam seu caráter. Hoje consigo identificar esses valores e os considero importantes. Por exemplo, não sofri nenhuma repressão sexual, nunca fui obrigado a seguir nenhuma religião, sempre me davam bronca se deixasse comida no prato e se quisesse dinheiro, deveria trabalhar, entre outras coisas. Apesar dessa última lição, eu e meu primo passamos muito tempo afanando secretamente os trocados da farmácia do meu avô para jogar videogame na primeira e única locadora da cidade, quando Sonic (1, 2 e 3) e Super Mario World eram os jogos do momento. Um dia fui pego no ato, subtraindo sorrateiramente uma brilhante moedinha de 25 centavos que garantia crocantes 30 minutos de jogo no Mega Drive, e depois de uma bronca inesquecível, estava encerrada minha carreira de meliante mirim.</p>
<p>Então, se o moleque queria dinheiro, devia trabalhar. Essa era a regra. Havia sempre ofertas de trabalho para crianças nas agências de emprego informais, vulgos tios. Exemplos de vagas oferecidas: &#8220;apanhador de cajus nos sítios da família&#8221;, &#8220;carregador de caixas&#8221;, &#8220;auxiliar-mirim de pedreiro&#8221; e &#8220;vendedor de picolé caseiro&#8221;. Naquele dia, o mercado da venda de picolés estava em alta devido ao calor, e as ações estavam subindo devido a um bingo que iria acontecer no centro da cidade durante a feira pública, e foi essa oportunidade que eu e meu primo agarramos.</p>
<p>Para vender picolé, era necessário fazer um acordo com o fabricante: ele produz e fornece os picolés e o vendedor entra com a caixa térmica e o marketing do produto. Meu primo tinha uma bicicleta e a usou sabiamente para atingir uma clientela maior. Eu fiquei a pé mesmo, e perambulei pela cidade gritando &#8220;olha o picolé!&#8221;, quando a vergonha permitia. Cheguei a pensar em desistir da nobre profissão quando a menina por quem eu era apaixonado (responsável pelo meu primeiro beijo, na pracinha da cidade) me viu, e acompanhada das amigas, riu de minha situação, como se estivesse falando &#8220;LOL, MLKE,  TEU AVÔ É RICO, PRECISA TRABALHAR NAUM!!1!&#8221;. Imagine aí um molequinho raquítico segurando uma caixa de isopor desproporcional, e com a cabeça baixa, envergonhado. Era eu.</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 270px"><img title="Hobbit em quadrinhos" src="http://nerdson.com/images/posts/2010/hq_hobbit.jpg" alt="" width="260" height="400" /><p class="wp-caption-text">Leitura obrigatória</p></div>
<p>Horas depois, talvez por sorte ou por esforço próprio, não lembro, já havia vendido muitos picolés. Se não me engano, uns 50. E isso provocou a inveja do meu primo, que por mais bem equipado que estivesse, não chegou a tanto. Alguma coisa que alguém falou (talvez eu, não lembro) foi o bastante para fazê-lo abandonar a ética e o profissionalismo e avançar raivosamente em minha direção, fazendo com que a tampa da minha caixa caísse e os picolés voassem em todas as direções possíveis, pousando adequadamente em montinhos de areia espalhados pela rua em frente à casa da minha avó. Se não estivessem protegidos pelo típico saquinho plástico, eu seria o único a vender novos e exóticos sabores como &#8220;morango à milanesa&#8221; e &#8220;cajá com terra&#8221;. Após a briga e a limpeza dos picolés (psst, ninguém viu, ninguém viu&#8230;) meus tios decidiram que era hora da brincadeira acabar. Então eu fui receber meu ordenado: valiosíssimos, dourados e suculentos CINCO reais. Era uma fortuna.</p>
<p>Hoje em dia é raro ver moleques vendendo picolé na rua. O progresso chegou à cidade, e hoje, se você quiser um, basta dar uma chegadinha no boteco mais próximo. Haverá lá um freezer da Kibon, ou um similar qualquer. Não que isso seja ruim.</p>
<p>Por esses e outros motivos, abandonei o projeto &#8220;Offline por 1 mês&#8221; e voltei para Natal, mas ainda determinado a permanecer offline e pagar a dívida com minha biblioteca pessoal. Então comecei a ler O Hobbit, mesmo tendo lido bem antes a <a href="http://www.devir.com.br/index_news.php?id_texto=1947">adaptação para os quadrinhos, por Charles Dixon e David Wenzel</a>. Logo depois lembrei de outra adaptação, porém cinematográfica, bem antes de Peter Jackson e seus orcs &#8220;Marilyn Manson&#8221;. Já havia lido sobre essa animação há muito tempo, numa época em que não conhecia o poder de difusão da Internet. Num tempo em que achar esse tipo de conteúdo era tarefa de arqueólogo. Eis que o filme está no YouTube:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/XSHLGnexe-w&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/XSHLGnexe-w&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=XSHLGnexe-w">http://www.youtube.com/watch?v=XSHLGnexe-w</a></p>
<p>Essa <a href="http://www.imdb.com/title/tt0077687/">grande obra</a>, dirigida em 1977 por Jules Bass e Arthur Rankin Jr. é obrigatória para qualquer fã de Tolkien. Ele passa aquela mesma sensação de imersão na jornada que o livro proporciona, além das músicas, que realçam ainda mais essa característica. Se você leu o Hobbit e ficava com pena do pobre Bilbo sempre que ele lamentava estar longe de sua confortável toca, e se identificou com isso (afinal você é nerd e não gosta de sair de casa), você terá a mesma impressão no filme. Os mais sensíveis poderão até marejar os olhos em uma das cenas. Vejam, amigos, é um tesouro antigo. E em breve, espero, teremos a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Hobbit_%282011_film%29">adaptação do Peter Jackson, em duas partes</a>.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/dcGhoSYKyuc&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/dcGhoSYKyuc&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=dcGhoSYKyuc">http://www.youtube.com/watch?v=dcGhoSYKyuc</a></p>
<p>Mas não acaba por aí. Existe também uma versão de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Lord_of_the_Rings_%281978_film%29">Senhor dos Anéis (1978)</a>, por <a href="http://www.ralphbakshi.com/">Ralph Bakshi</a>, e a adaptação d&#8217;<a href="http://www.imdb.com/title/tt0079802/">O Retorno do Rei</a>, novamente por Jules Bass e Arthur Rankin Jr., mantendo o mesmo estilo artístico e pegando um gancho na história d&#8217;O Hobbit. Já essa versão de Senhor dos Anéis é boa no começo, mas depois fica muito ruim. Cobre apenas os dois primeiros livros e abusa de uma técnica chamada <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rotoscoping">rotoscopia</a>, o que fez com que o filme ficasse insuportavelmente tosco. Não aguentei ver até o final. Mas talvez algum fã incondicional consiga, vai saber.</p>
<p>O projeto Offline? Não resisti. A Internet é mais forte.</p>
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		<title>Animações</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 01:34:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlisson Bezerra</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[animação]]></category>
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		<description><![CDATA[Não costumo colocar vídeos aqui, mas esses dois merecem. São animações das músicas Eduardo e Mônica e Faroeste Caboclo, feitas pelo Leonardo Amaral (@peixeaquatico). Prestigiem o trabalho do artista. Faroeste Caboclo Eduardo e Mônica]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não costumo colocar vídeos aqui, mas esses dois <strong>merecem</strong>. São animações das músicas Eduardo e Mônica e Faroeste Caboclo, feitas pelo <a href="http://peixeaquatico-amaral.blogspot.com/">Leonardo Amaral</a> (<a href="http://twitter.com/peixeaquatico">@peixeaquatico</a>). Prestigiem o trabalho do artista.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=YwohOnDFi00"><strong>Faroeste Caboclo</strong></a></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/YwohOnDFi00&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/YwohOnDFi00&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=3LUH8ovUAF0"><strong>Eduardo e Mônica</strong></a></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/3LUH8ovUAF0&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/3LUH8ovUAF0&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Nerdson pergunta</title>
		<link>http://nerdson.com/blog/nerdson-pergunta/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 09:22:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karlisson Bezerra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Quem é você?&#8221; Já faz três anos que este blog existe mas ainda não sei dizer muito sobre o perfil dos leitores. Alguns deles conheci pessoalmente, nos eventos, outros virtualmente. O Twitter ajudou bastante nisso, mas há certas coisas que preciso saber sobre vocês, para definir algumas metas e fazer ajustes por aqui. Resumindo, exceto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>&#8220;Quem é você?&#8221;</strong><br />
Já faz três anos que este blog existe mas ainda não sei dizer muito sobre o perfil dos leitores. Alguns deles conheci pessoalmente, nos eventos, outros virtualmente. O <a href="http://twitter.com/karlisson">Twitter</a> ajudou bastante nisso, mas há certas coisas que preciso saber sobre vocês, para definir algumas metas e fazer ajustes por aqui. Resumindo, exceto por algumas pessoas, não sei quem lê este blog. Portanto, gostaria de pedir a ajuda de vocês para responder a um pequeno questionário. São poucas questões, a maioria objetiva, logo, não vai tomar muito do seu tempo. <img src='http://nerdson.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>Pesquisa encerrada. Obrigado pela contribuição!<a href="http://spreadsheets.google.com/viewform?formkey=dG11U3FNdFB3UWhWTjljck90eU55TlE6MA"><br />
</a></strong></p>
<p><em>Obs: em breve publicarei os resultados da pesquisa.</em></p>
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