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13.11.09
Dúvidas?
Se você é programador e sabe fazer um “Hello World” em mais de duas linguagens, colabora ou já colaborou com algum projeto de software livre, nem que fosse apresentando uma palestra sobre o dito cujo ou traduzindo sua interface, deve concordar veementemente que as instituições de ensino deveriam promover o seu uso e incentivar os alunos a participarem de projetos de software livre.
Ora, se as instituições incentivam seus alunos a participar de projetos sociais como grupos de teatro e musicais, plantio de mudas, prática de esportes, entre outros, por que não incentivar também a participação em projetos de software livre? Estes são produto da sociedade para a sociedade, e seu desenvolvimento favorece a todos. Creio que isso esteja mais que claro.

Mind trick. Aprenda, pode ser útil algum dia.
É muito fácil imaginar alunos da turma de inglês sendo convidados para praticar suas habilidades traduzindo um software, ou alunos de design sugerindo mudanças na interface de um software. E ainda mais fácil de imaginar é um laboratório dedicado apenas a isso. Não imagine um laboratório com computadores de quinta categoria que servem para alunos perderem tempo vendo scraps e fazendo cócegas nos amigos pelo BuddyPoke no Orkut. É de algo realmente instigante que estou falando, com professores atualizados orientando os alunos, biblioteca especializada e whisk and bowl. Creio que já existam implementações dessa ideia em alguma universidade por aí.
Uma coisa que me chateia é que nunca tive uma oportunidade como essa. Por mais que eu já tenha mergulhado nesse mundo, programação não é o meu forte, mas sempre que posso, encontro um tempinho pra criar algum código e soltá-lo para crescer, reproduzir-se e morrer livremente nos vastos campos da Internerds.
Um desses projetinhos é uma pequena extensão para o Inkscape que fiz a pedido do Valéssio Brito e usei recentemente em algo que vocês já viram. Começa aqui mais um tutorial: Como quebrar textos no Inkscape. Continuar lendo…
Geodésio D. Rocha, um geógrafo internacionalmente desconhecido, contratou seus serviços de ilustrador para elaborar mapas topográficos de uma determinada região, mas não mapas comuns como na figura abaixo. Geodésio quer mapas em perspectiva.
Embora haja ferramentas próprias para isso, Geodésio deseja apenas ilustrações simples. Você poderia fazer isso facilmente no Blender, mas não terminou de ler aquele tutorial que favoritou no delicious há uns dois anos, então você decide usar o Inkscape para fazer esse trabalho.
É aí que você percebe que seus anos de experiência com SimCity e Transport Tycoon valeram a pena. Você tem a idéia de fazer mapas isométricos, por que são simples, bonitos e lembram os bons tempos de jogatina. Continuar lendo…